Mostrando postagens com marcador dicas de viagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dicas de viagem. Mostrar todas as postagens

sábado, 25 de julho de 2015

Road Trip pela Califórnia: Dicas!

Tenho certeza que a maioria de vocês sonha em fazer uma road trip pela Califórnia. Confesso que eu nunca tive este sonho, imaginava a Califórnia como um lugar de surfistas e praias, mas me surpreendi demais e voltei totalmente apaixonada. A Califórnia é linda, tem paisagens maravilhosas, o pôr do sol mais apaixonante do mundo, as pessoas são felizes, leves e receptivas, o clima é delicioso... enfim, ela reúne tudo para tornar qualquer viagem inesquecível! Prometo falar de cada lugar que visitamos, mas neste post separei algumas dicas para quem for se aventurar praqueles lados.


1. San Francisco – San Diego: Faça o trajeto de San Francisco para San Diego, pois assim você fica do lado do oceano e fica mais fácil para parar e observar as paisagens. Acredito que a maioria das pessoas faz este roteiro, mas é uma dica muito importante, pois a viagem se torna muito mais bonita.


2. Deixe para alugar o carro apenas no último dia em San Francisco. É muito tranquilo conhecer a cidade sem carro, pois o transporte público é muito bom (ônibus e bondinho – não deixe de andar de bondinho naquelas ruas super inclinadas, é bem divertido). Sem contar que os hotéis no centro não possuem estacionamento, a cidade é enorme e super movimentada, e a maioria das coisas é perto e rola ir caminhando. Para chegar do aeroporto até o centro da cidade tem um metrô/trem metropolitano, o BART. Você chega rapidinho no centro, cerca de 30 minutos, e a taxa está em torno de $10 por pessoa. Se você vai se hospedar perto da Union Square, como a maioria das pessoas, desça na estação Powell. Nós retiramos nosso carro no aeroporto no último dia, então pegamos novamente o BART para chegar até lá e deu tudo certo.



3. Parques Nacionais – Já comentei em outro post, mas não custa reforçar. A Califórnia (e os outros estados em volta) tem Parques Nacionais lindos e que valem muito a pena visitar. Neste post você confere os que eu visitei durante os quatro meses por lá e as minhas dicas. Organize os seus dias e dê um pulinho em pelo menos um deles, as paisagens são inesquecíveis.
  

4. Posto de gasolina – Gente, posto de gasolina nos EUA é self service, ou seja, você abastece o seu carro. No meu 2º final de semana na Califa, eu e as meninas que moravam comigo alugamos um carro e na hora de devolver passamos no posto para abastecer. Chegamos, paramos do lado da bomba e ficamos: ninguém apareceu. Então, dois mexicanos viram que estávamos totalmente perdidas e vieram ajudar hahaha foi muito cômico. Depois desta, pegamos o jeito. Você pode pagar com cartão direto na bomba ou com dinheiro no caixa. Primeiro você seleciona quanto $$ deseja colocar, aí a bomba libera e você abastece. Se você colocar mais dinheiro do que o tanto que cabe no carro, é só voltar lá no caixa pegar o troco. É bem simples, só pegar o jeito mesmo.

5. Já que estamos falando de carro, outro ponto muito importante é: respeite as regras de trânsito, como limite de velocidade, pedágios, sinalizações, etc. Lá a polícia é super rígida e eles surgem do além para te multar se você fizer algo errado, e como as estradas são muito boas, a tendência é exagerarmos na velocidade. No sul da Califórnia tem a famosa carpool lane, uma pista exclusiva para veículos com dois ou mais passageiros, a ideia é incentivar as pessoas a dar carona e diminuir o número de carro nas estradas. Geralmente, esta pista anda bem mais rápido que as outras, pois a maioria das pessoas está sozinha nos seus automóveis. A carpool lane é uma mão na roda, só cuidem que tem espaços determinados para entrar nela.

Ah! Pedágio é toll (nunca vou esquecer, porque passamos por uma placa com esta palavra e eu achei que não era nada, e meu namorado na época insistindo que devia ser algo importante, quando joguei no google tradutor..... hahahahaha).

6. Ainda sobre carros, muitas pessoas pensam que por ser EUA não irá acontecer nada, mas já ouvi histórias de pessoas que tiveram o carro assaltado por lá. Então vale cuidar e não deixar muita coisa aparecendo ou jogada nos bancos (como estamos viajando de carro, ele se torna nossa casa e o banco de trás uma espécie de armário hahaha). Outra dica é para aquelas pessoas que costumam comprar várias coisas no outlet e levar no carro antes de continuar as compras. Neste momento, aproveite para trocar o carro de vaga no estacionamento para não dar bandeira, como se você estivesse indo embora mesmo, pois sempre tem uns malandros de olho.

7. GPS / 3G celular – Um GPS é indispensável neste tipo de viagem. A minha dica, ao invés de alugar ou comprar um, é colocar um chip de internet no celular e usar o Google Maps ou o Waze. Um chip com pacote de dados em qualquer operadora é barato e assim você tem internet durante toda a viagem para fazer reservas de hotéis, pesquisar passeios e restaurantes, conversar com a família e os amigos (muito útil na hora de comprar os presentes/encomendas), e usar aplicativos legais, como o Yelp.

O Yelp é um aplicativo onde você pode procurar um estabelecimento específico ou ver o que tem perto de você, ele mostra a distância e a rota. Ele funciona super bem e nos ajudou em vários momentos durante a viagem. Por exemplo, estávamos verdes de fome e queríamos um Denny's, ele nos levava até lá. Nos EUA, os estabelecimentos não ficam na beira da estrada principal, mas sim nas vias de acesso, então ele mostrava a saída correta e o caminho. Outra dica é se você vai em um restaurante novo, o aplicativo mostra fotos dos pratos e tem avaliações de outros clientes, ajuda bastante na hora de decidir se vale ou não a pena conhecer o local.

8. Gente, e mesmo com o celular ou GPS, eu sou super adepta do mapa de papel. Acredito que não tem nada melhor para você se localizar, traçar rotas e planejar a viagem, tanto nas estradas quanto dentro das cidades. Compramos um mapa da Califórnia enorme em San Francisco e foi muito útil para ver o quão perto as coisas realmente são e se localizar.


9. Mercado – uma dica bacana para economizar é passar em um mercado (Walmart, por exemplo) assim que pegar o carro e comprar comidas para beliscar no carro, água, etc. Um fardo com 30 garrafinhas de água custa menos de $5, já se você for comprar individualmente em cada parada vai pagar no mínimo $1 por garrafinha, uma super economia. Além disso, é muito bom ter comida no carro pra quando bater uma fominha, como chocolate, bolacha, frutas... Nós ainda compramos uma bolsa térmica e sempre enchíamos de gelo nas máquinas dos hotéis. Só cuide que se você tiver bebidas alcoólicas, elas devem estar sempre no porta-malas.

10. Hospedagem em Los Angeles – Los Angeles tem diversas atrações em volta e para todos os gostos, como os parques da Disney e Universal, os estúdios de cinema, as praias, etc. Minha dica é pegar um hotel bom por ali e ficar uns três a quatro dias para conhecer a região de carro e fazer os passeios que mais lhe agradar. A região do aeroporto tem ótimos hotéis de redes famosas a preços muito acessíveis. Como você vai estar de carro mesmo e precisará usá-lo, pois o transporte público por lá é péssimo, vale a pena ficar um pouco afastado do centro em um hotel melhor e mais barato, sem contar que ali é perto de todas as estradas e as chances de congestionamento são menores.

11. Programe os seus dias! A Califórnia tem muita coisa para ver e visitar, então programe bem os seus dias, incluindo os passeios, parques, outlets, etc., para não perder tempo e aproveitar ao máximo. Vale montar os seus dias a partir das dicas e experiências de outras pessoas.

12. Outra dica bem legal é uma cidadezinha muito charmosa a 50 km de Santa Bárbara: Solvang. A cidade, em estilo dinamarquês, chama a atenção com suas construções de madeira em estilo europeu, seus moinhos e seus restaurantes fofos. Demos uma passada rápida e, na minha opinião, uma hora é suficiente para conhecer a cidade e bater algumas fotos. Por lá você encontra alguns restaurantes e lojinhas típicos da Dinamarca, mas como já estava anoitecendo e dormiríamos em Santa Bárbara, não paramos em nenhum, mas vale a pena conhecer este pedacinho da Dinamarca na Califórnia. Solvang é realmente muito bonita e encantadora.




13. Uma última dica é uma estrada super bonitinha por dentro de um condomínio que liga Monterey e Carmel: a 17-Mile Drive. Tem várias sinalizações em Monterey para esta estrada, mas o GPS também ajuda nesta hora. Você então chegará à guarita de um condomínio de Pebble Beach, onde precisa pagar uma taxa de cerca de $10 por carro e pegar um mapa. O caminho é lindo, rodeando o oceano, florido, com mansões, campos de golf, um condomínio super de luxo e com paisagens de tirar o fôlego.





Então era isso, espero que gostem e aproveitem as dicas. Se lembrar de mais alguma coisa, adiciono mais tarde. E podem ter certeza, a Califórnia é muito amor <3!



segunda-feira, 25 de maio de 2015

New York, New York....

“Eu não estive em todo lugar, mas está na minha lista...”

Ahhh New York... demorei muito pra escrever este texto porque New York é simplesmente New York e fica difícil descrever toda a magia e as peculiaridades desta cidade única. Já fui duas vezes a Nova York e em ambas fiz os passeios clássicos, já que estava com pessoas diferentes e todas visitavam a cidade pela primeira vez. Vou tentar reunir aqui todas as informações que eu lembrar e depois complemento se for o caso.


Nova York realmente merece o posto de uma das cidades mais visitadas do planeta! Ela reúne tudo aquilo que um turista procura: cultura, arte, lazer, diversão, paisagens, encantamento e um pouco de loucura. Caminhar por suas ruas, tomar um café em uma de suas centenas de cafeterias, curtir o sol no Central Park, bater perna pelas lojas, observar o ritmo de vida dos seus moradores... Nova York nunca dorme, está sempre ali: frenética esperando pela gente.

Uma dica é logo de cara arranjar um mapa da cidade e outro do metrô, assim você já descobre o que é perto e organiza os seus dias. Uma coisa que não se pode perder em Nova York é tempo! Tenha em mente os lugares que deseja visitar, programe o despertador para bem cedo, comece o dia em uma das suas muitas cafeterias e bom passeio!

Na primeira visita a Nova York comprei o New York City Pass, compensou porque estava nos planos visitar todas aquelas atrações e economizamos bastante, além de pular algumas filas. Já da segunda vez tínhamos menos tempo e tivemos que optar por alguns museus e passeios, então já não compensava tanto. Todas as informações (preços e passeios inclusos) estão neste link.

Muitas pessoas que visitam Nova York usam aqueles ônibus de turismo que param em vários pontos. Eu particularmente gosto de explorar as coisas por conta, com um mapa da cidade e um do metrô em mãos, mas para quem não fala bem inglês ou quer evitar perrengues, acredito que vale a pena. Na Times Square há várias empresas que oferecem este tipo de passeio, com pacotes de acordo com o número de dias que você ficará na cidade.

Ver Nova York de cima é um passeio imperdível. Visitei tanto o Empire State Building quanto o Top of the Rock, no Rockefeller Center. Os dois são demais, mas se o tempo na cidade for curto, recomendo subir no Empire State. Achei tanto a vista quanto a estrutura mais legal. Uma dica é subir no final da tarde e esperar anoitecer lá em cima, aí você já curte a vista de dia e à noite.




A Estátua da Liberdade é outro passeio imperdível e há duas opções: fazer um passeio de barco em torno da ilha de Manhattan que passa perto da Estátua e fica parado um pouco para fotos, ou pegar o ferry até a ilha em que fica a Estátua e descer lá. Eu, particularmente, prefiro a primeira opção, porque o passeio em torno de Manhattan é maravilhoso e o barco chega bem pertinho da Estátua, garantindo boas fotos, mas tudo depende do desejo da pessoa de descer ou não na Liberty Island. Nas duas vezes que fiz este passeio ventava demais, então recomendo levar uma jaqueta e, caso seja outono ou inverno, ir beeem agasalhado se quiser ficar em cima e curtir melhor o passeio.  Na maioria dos hotéis tem folders das empresas de barco que fazem estes passeios e de qual píer sai, não lembro com qual fizemos, mas todas fazem basicamente o mesmo percurso e os preços são bem similares. Já o ferry, se não estou enganada, você pega no final do Financial District, como não fiz este passeio não sei maiores detalhes.






Uma dica é aproveitar o dia para bater perna e visitar as atrações turísticas, e deixar as compras pra mais tarde. A maioria das lojas fecha tarde, principalmente na Times Square, então o consumismo pode esperar o sol se pôr, além de não precisar ficar carregando sacolas o dia inteiro.

Gente, o Central Park é enoooorme, impossível visitar todo ele. O legal é assim que chegar ao parque encontrar um quiosque de informações e já pegar um mapa, aí você seleciona o que deseja visitar e se organiza, mas não deixe de se perder pelas suas trilhas e caminhar sem rumo entre as suas árvores também. Uma coisa deliciosa é simplesmente sentar na grama e ficar observando o contraste da natureza com os arranha-céus, a calma e tranquilidade que o local transmite no meio da loucura nova-iorquina. Um passeio que NÃO vale a pena é o zoológico do Central Park, fomos da primeira vez e achamos que iríamos encontrar vários animais legais, por causa do filme “Madagascar”, mas não tinha nada de interessante e é super pequeno (acho que o leão, a zebra e a girafa ainda não acharam o caminho de volta pro zoológico hahahaha).

O bacana do Central Park é que várias atrações são perto dele, como o Museu Americano de História Natural (gente, esse museu é DEMAIS!!!!!) e o Museu Guggenheim, então você pode sair do museu e dar uma parada para descansar no parque. Outra dica é percorrer toda a 5ª Avenida e terminar nele. Aliás, no encontro da 5ª Avenida com o Central Park está a famosa loja de vidro da Apple, sempre entupida de brasileiros, mas os vendedores são muito atenciosos e o wifi é liberado haha então vale a pena entrar e navegar um pouco na internet se precisar de alguma informação. Aliás, essa dica sempre é válida pra qualquer viagem - wifi grátis na cara de pau: McDonald’s, Starbucks e loja da Apple – não tem erro! ;)







Reserve pelo menos meio dia para visitar o Financial District, com destaque para o Memorial do 11 de Setembro (o museu inaugurou no ano passado, não visitei AINDA), o Charging Bull e uma das melhores vistas da Ponte do Brooklyn. Outros dois bairros perto e que valem a visita rápida são Chinatown e Little Italy, é possível ir a pé de um para outro, inclusive dá para ir a pé do Financial District até eles (eu fiz e recomendo!). Chinatown é igual em qualquer lugar do mundo: uma confusão e gritaria, mas é interessante para conhecer e entender melhor a cultura deles. Little Italy é bem mais charmosa e quieta, com deliciosos restaurantes italianos com suas mesinhas na calçada, ideal para a hora do almoço. Se estiver disposto a caminhar mais um pouco, ali do lado está o SoHo, um bairro bem mais tranquilo e residencial, perfeito para bater perna por suas lojas calmas, tomar um café, observar sua arquitetura e se imaginar dentro do seriado “Friends”. Nem parece que estamos em Nova York.








E, finalmente, a Times Square... ahhhhh, a Times Square! Uma loucura deliciosa! Durante o dia é mais tranquilo (mas não necessariamente TRANQUILO) caminhar, visitar as lojas, tirar fotos, mas final da tarde e à noite o negócio bomba! Pessoas entrando e saindo dos musicais da Broadway, lojas cheias, um show de luzes nos telões, turistas se amontoando em busca do melhor ângulo pras fotos, pessoas fantasiadas abordando os visitantes... Uma loja que eu acho muito legal é a da M&M’s (1600 Broadway), tem muito produto inusitado e divertido. Também recomendo visitar o museu de cera Madame Tussauds (234 W 42nd St), como já tinha ido em Londres e Amsterdam não fui de novo, mas acho demais e rende ótimas fotos. 



Nova York tem muuuitas outras atrações, como a sede da ONU, inúmeros museus, restaurantes para todos os gostos, passeios alternativos, musicais e outros espetáculos, e com certeza não importa quantas vezes você visite Nova York, ela sempre será uma cidade surpreendente!

Nova York, que saudades de você!!!! <3


Hotéis

As duas vezes peguei hotéis na Times Square e super recomendo. Dá para ir a pé a vários locais, como o Central Park e o Empire State, se você estiver disposto a caminhar, além de ter estações do metrô super perto e várias atrações, restaurantes e lojas na região. Outro ponto positivo é que você pode levar as compras até o hotel, já que a Times Square está no coração da cidade, e à noite não precisa se preocupar com táxi ou metrô para ir embora do agito.

The Milford Plaza – Da primeira vez ficamos hospedados no Milford Plaza. Este hotel é enorme, mas novinho. Os quartos, apesar de pequenos, têm uma decoração moderna e o atendimento é ótimo. O único problema é que não tem internet, precisava pagar separado e custava U$ 15 o dia (por sorte tinha um McDonald’s do lado e nós íamos lá usar o wifi hahaha). Naquela época ele estava em reforma, então os preços estavam acessíveis. Fui ver novamente no ano passado e estava mega caro. Acabei de descobrir que ele mudou de nome, agora se chama ROW NYC. (700 8th Ave)

Equity Point – No ano passado todos os hotéis estavam muito caros, então eu e minha mãe resolvemos ficar em um albergue. Já tinha me hospedado nessa rede em Barcelona e Madrid, então já conhecia o sistema e sabia que era bom. Pegamos um quarto duplo, com banheiro privativo, então foi como um hotel, mas muito mais simples. Como íamos no quarto só tomar banho e dormir, foi ótimo e o custo/benefício valeu demais a pena. Além disso, eles têm café da manhã e economizávamos uma refeição. (206 W 41st St)


Restaurantes

Tenho duas sugestões de restaurantes deliciosos, baratos e muito bem localizados (Times Square).

Junior’s – Um dos melhores hambúrgueres que já comi na vida. Todos os pratos são muito bem servidos e as sobremesas também são divinas. Fomos à loja da Times Square e geralmente tem fila, principalmente no jantar, mas vale a pena a espera. Os garçons são muito atenciosos. (West 45th St. between Broadway and 8th Ave)

Carmine’s – Conheci este restaurante em Las Vegas com duas amigas e quando vi que tinha em Nova York, já anotei para levar a minha mãe. Ele também fica na Times Square e é muito gostoso. Os pratos são enormes e servem tranquilamente duas pessoas, até três dependendo da fome. O clássico deles é o macarrão com almôndegas (divino!). Também tem fila, mas se você estiver com pressa é possível comer no balcão. Nós fizemos isso e valeu a pena, porque a fila estava enorme. (200 W 44th St)


Compras

Fazer compras em Nova York é uma perdição só e um programa delicioso. Alguns preços são um pouco mais alto que no restante dos EUA (pelo menos na região da Times Square), mas mesmo assim tudo é muito mais barato que no Brasil. A maior loja do mundo, a Macy’s de Nova York é o sonho de consumo de todo turista. Ela tem sete andares, se não me engano, e todas as marcas, sempre com ótimas promoções. Além disso, a Macy’s oferece 10% de desconto para turistas, basta pedir na hora do pagamento e apresentar o passaporte (NÃO ESQUEÇAM!!).

Para eletrônicos, recomendo muito a B&H (420 9th Ave) e a Best Buy (529 5Th Ave / 622 Broadway / 52 E 14Th St). As duas trabalham com várias marcas e os preços são bons. Na primeira vez que fui comprei meu notebook na B&H e minha máquina fotográfica na Best Buy, nas duas o atendimento foi ótimo e não tive problemas com os produtos. E o legal é que você sempre encontra brasileiros nestas lojas, então se tiver dificuldades para se comunicar sempre tem alguém para ajudar.

Outra loja que vale a visita é a Century 21 (geeente, que perdição). Esta loja vende coleções antigas de diversas marcas famosas (e outras não tão famosas) a preços ótimos! Excelente lugar para comprar bolsas, camisas, casacos, acessórios, etc. Fui a duas lojas desta rede, a maior delas perto do Memorial das Torres Gêmeas (22 Cortlandt Street) e outra um pouco menor do lado do Central Park (1972 Broadway). Em ambas saímos cheias de sacolas hahaha.

Falando em loja barata, quando estava na Califórnia, na primeira semana eu e as meninas que moravam comigo alugamos um carro e fomos fazer compras numa sexta-feira à noite. Estávamos dirigindo bem calmamente quando a turca começou a gritar STOP STOP. O motivo de tamanha euforia é que ela tinha avistado uma Marshall’s e uma T.J.Maxx no caminho (acho que ainda não falei delas aqui). Não conhecia estas lojas, mas elas seguem o mesmo estilo da Century 21 e vendem coleções antigas a preços ótimos. Na Califórnia, eles brincam que é loja de mexicano (realmente, só tem mexicano lá hahaha), mas comprei várias coisas legais: uma sapatilha linda da Michael Kors, uma bolsa da Michael Kors, um mocassim da Calvin Klein... vale a pena e tem pelos EUA inteiro, geralmente são lojas enormes e super bagunçadas, porque a galera vai provando as coisas e largando em qualquer lugar.


Nova York, qualquer dia a gente se encontra!

E no final, all we need is....

  
Ah, essa escultura fica na esquina da 6th Avenue com a 55th Street – deixo o endereço aqui porque queria muito uma foto com ela e demorei pra encontrar haha e a briga pra conseguir uma foto é grande!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Conhecendo Ushuaia

Passeio de barco, pinguins, parques, animais silvestres e caminhadas... era isso que nos esperava na manhã seguinte. Primeiro fizemos um passeio de barco até uma ilha cheia de pinguins. Observá-los procurando comida na água, brincando e correndo compensava o frio e o vento. Eles são realmente animais encantadores e elegantes, pois têm um jeito próprio de caminhar.





À tarde, resolvemos ir até o Parque Nacional da Terra do Fogo, onde se encontra a Bahia Lapataia, o marco final da Ruta Nacional nº 3, que vai até o extremo sul do continente. Bahia Lapataia está a exatos 3.603 quilômetros de Buenos Aires, capital da Argentina, por onde passaríamos na volta, e a 17.848 quilômetros do Alasca. O Parque Nacional da Terra do Fogo (Parque Nacional Tierra del Fuego – em espanhol) localiza-se 12 km a oeste da cidade de Ushuaia e foi fundado em 1960. Com uma área de 63 mil hectares, é a reserva natural mais ao sul do planeta. O que mais chama a atenção são as paisagens, que variam de montanhas escarpadas a vales cortados por rios e lagos. Interessante observar que algumas das árvores presentes no Parque crescem tortas, devido ao forte vento que atinge a região o ano inteiro, sendo mais intenso de agosto a janeiro. Os animais também se destacam no meio do verde, como diversos coelhos, raposas, castores e ratos almiscarados, além de aves e peixes. O Parque oferece estrutura para lanches e lugares aquecidos para se abrigar do frio. Durante o inverno, alguns lagos congelam e a natureza oferece um espetáculo diferente daquele que os turistas podem conferir no verão.