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sábado, 3 de janeiro de 2015

Bariloche e seus encantos

O nome Bariloche possui uma aura própria que sempre desperta a curiosidade das pessoas. E esta cidade, de aproximadamente 100 mil habitantes, é realmente encantadora. San Carlos de Bariloche está localizada próxima à Cordilheira dos Andes, na Província de Río Negro. Cercada por lagos e montanhas, ela atrai milhares de turistas anualmente, inclusive no verão, quando as estações de esqui estão fechadas. Mesmo com poucos vestígios de neve durante o dia, o topo das montanhas garante vistas maravilhosas e o acesso só é possível através de teleféricos. O pico mais famoso é o Cerro Catedral, que recebe este nome pela semelhança com as torres das catedrais medievais de estilo gótico. Ele está a 19 km de Bariloche e 1.030 metros acima do nível do mar.




Pra quem nunca tinha andado naqueles teleféricos das estações de esqui, tudo foi muito divertido, principalmente para os instrutores, que perceberam nossa dificuldade para sair daquelas cadeiras. No alto da montanha havia neve e estávamos muito próximos do céu, rodeados por picos brancos. No verão, os dias são quentes e as noites frias e com neve nas montanhas mais elevadas. É durante a estação mais quente do ano que a natureza proporciona um dos seus mais belos espetáculos, com o verde das árvores, o azul dos lagos e as flores coloridas. A noite em Bariloche também tem seus encantos. A cidade é muito iluminada e movimentada, com visitantes de diversas partes do mundo que lotam os restaurantes e as lojas do lugar. San Carlos de Bariloche encanta em todas as épocas do ano!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

No meio do caminho... tinha uma torre!

Ao pensarmos no roteiro, tínhamos muita vontade de visitar uma cidade do interior da Itália e optamos pela pequena Pisa! Pegamos o trem em Roma pela manhã e chegamos lá no começo da tarde (se não me engano, a viagem levou +- quatro horas) e todo o trecho é muito bonito, passando por algumas cidades costeiras. Reservamos um dia e meio para visitar a cidade, mais do que suficiente, afinal, ela é realmente bem pequena e a principal (única) atração é a Torre de Pisa mesmo. No dia em que chegamos, optamos por passear pelo centro e na margem do rio, deixando a torre para o dia seguinte. Caminhamos bastante, tiramos muitas fotos, até que o cheiro de pão fresquinho desviou nossa atenção e, por este pequeno acontecimento, a passagem por Pisa tornou-se inesquecível. No quinto dia de viagem (no meu caso bem mais tempo), já estávamos morrendo de saudades da comida brasileira. Entramos em um mercadinho bonitinho para comprar água e tinha um cheiro delicioso de pão francês recém saído do forno, então fomos correndo pro fundo do mercado... agora, imaginem a cena: as últimas unidades daquela preciosidade estavam na mão do padeiro e havia uma senhora na nossa frente esperando / o padeiro colocou os pães na cesta e a senhora pegou todos / momentos de tensão, o padeiro olha nossa cara de desespero / a senhora desiste dos pães / a gente pula em cima como se nunca tivesse visto comida / o padeiro dá risada da nossa cara / vamos embora felizes da vida. Não imaginem a cena: sentamos na calçada, do outro lado da rua, abrimos o saquinho de pão, dividimos exatamente ao meio e comemos ali mesmo! hahahaha





Em Pisa demos muuuita sorte. Naquele ano, eles estavam comemorando os 150 anos da unificação da Itália e, naquela noite, haveria uma festa na cidade e show de fogos à meia-noite na beira do rio. Voltamos para o hotel, nos arrumamos, jantamos em uma pizzaria tradicional da cidade e fomos para o rio. Saudades de Videira define a comemoração – leia-se, muita gente, muita animação e um show de fogos lindo!!!


Na manhã seguinte, fomos em direção à torre e à feirinha que tem ali perto. O local onde a torre se encontra é muito bonito e, sim, ela realmente é beeeem torta! Passamos o dia ali, entre fotos, turistas e cochiladas na grama. É possível subir na torre, mas as visitas acontecem com horário marcado e o número de visitantes é limitado. Com certeza valeu a pena passar por Pisa, seguimos para Milão com vontade de conhecer mais o interior da Itália e suas cidadezinhas – mas este roteiro já está entre as centenas de viagens que tenho em mente!



Ah, lembrei! Em outro mercadinho de Pisa encontramos duas solitárias latinhas de GUARANÁ! Que realização! Parecíamos duas crianças com um brinquedo novo, enquanto o dono dava graças a Deus por ter vendido aquelas duas latas perdidas que nem ele deve saber como foram parar ali...