segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Milão e sua Catedral

Nossa terceira parada foi em Milão, pegamos o trem pela manhã em Pisa e no começo da tarde estávamos lá. Como das outras vezes, agradecemos a pessoa que inventou o mochilão de rodinhas, afinal, o hotel era super bem localizado e pertinho da estação. Confesso que de todas as cidades que visitamos, Milão foi a que menos chamou minha atenção. Assim que saímos do trem nossa visão da Itália mudou completamente, Milão não tem nada a ver com Roma e Pisa, é moderna, cosmopolita e respira moda... resumindo, tem seus encantos!

A Catedral de Milão (Duomo) é a mais bonita de toda a Europa, basta olhar para ela para entender porque, ao meu ver, ela venceu esta acirrada disputa. Construída no estilo gótico, a igreja é imponente e se tornou ponto de encontro da cidade. Localizada ao lado da Galleria Vittorio Emanuele, outro ponto turístico e onde estão concentradas lojas de grifes famosas.







Outro lugar que vale a visita é o Castelo Sforzesco, bem próximo ao centro da cidade. Conhecemos também o Estádio San Siro/Giuseppe Meazza e o Museu de História Natural de Milão. Confesso que adoro estes museus de história natural, tirando a parte dos aracnídeos, mais precisamente a galeria das aranhas gigantes e comedoras de humanos. Descobrimos neste museu uma pedra de Lages/SC, uma ametista linda, e a partir deste dia, em todos os museus que visitamos ficamos procurando no meio das pedras alguma conterrânea. O estádio é bem interessante. Na realidade, fui arrastada até lá contra a minha vontade, mas não podia deixar de representar o Inteeer nas fotos e jogar o Grêmio para segundo plano. O esquema de visita guiada é muito legal (imagino que tenha isto no Brasil também) e o melhor é quando o guia começa a falar dos jogadores. Falamos que éramos brasileiros e viramos o centro das atenções, todo mundo questionando sobre os nossos craques e fazendo piadinhas!





Apesar de ser grande, as coisas em Milão são relativamente perto e conhecemos vários lugares a pé. Mesmo sem o clima romântico de Veneza e a história de Roma, a cidade merece o posto de um dos principais destinos turísticos da Itália!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

No meio do caminho... tinha uma torre!

Ao pensarmos no roteiro, tínhamos muita vontade de visitar uma cidade do interior da Itália e optamos pela pequena Pisa! Pegamos o trem em Roma pela manhã e chegamos lá no começo da tarde (se não me engano, a viagem levou +- quatro horas) e todo o trecho é muito bonito, passando por algumas cidades costeiras. Reservamos um dia e meio para visitar a cidade, mais do que suficiente, afinal, ela é realmente bem pequena e a principal (única) atração é a Torre de Pisa mesmo. No dia em que chegamos, optamos por passear pelo centro e na margem do rio, deixando a torre para o dia seguinte. Caminhamos bastante, tiramos muitas fotos, até que o cheiro de pão fresquinho desviou nossa atenção e, por este pequeno acontecimento, a passagem por Pisa tornou-se inesquecível. No quinto dia de viagem (no meu caso bem mais tempo), já estávamos morrendo de saudades da comida brasileira. Entramos em um mercadinho bonitinho para comprar água e tinha um cheiro delicioso de pão francês recém saído do forno, então fomos correndo pro fundo do mercado... agora, imaginem a cena: as últimas unidades daquela preciosidade estavam na mão do padeiro e havia uma senhora na nossa frente esperando / o padeiro colocou os pães na cesta e a senhora pegou todos / momentos de tensão, o padeiro olha nossa cara de desespero / a senhora desiste dos pães / a gente pula em cima como se nunca tivesse visto comida / o padeiro dá risada da nossa cara / vamos embora felizes da vida. Não imaginem a cena: sentamos na calçada, do outro lado da rua, abrimos o saquinho de pão, dividimos exatamente ao meio e comemos ali mesmo! hahahaha





Em Pisa demos muuuita sorte. Naquele ano, eles estavam comemorando os 150 anos da unificação da Itália e, naquela noite, haveria uma festa na cidade e show de fogos à meia-noite na beira do rio. Voltamos para o hotel, nos arrumamos, jantamos em uma pizzaria tradicional da cidade e fomos para o rio. Saudades de Videira define a comemoração – leia-se, muita gente, muita animação e um show de fogos lindo!!!


Na manhã seguinte, fomos em direção à torre e à feirinha que tem ali perto. O local onde a torre se encontra é muito bonito e, sim, ela realmente é beeeem torta! Passamos o dia ali, entre fotos, turistas e cochiladas na grama. É possível subir na torre, mas as visitas acontecem com horário marcado e o número de visitantes é limitado. Com certeza valeu a pena passar por Pisa, seguimos para Milão com vontade de conhecer mais o interior da Itália e suas cidadezinhas – mas este roteiro já está entre as centenas de viagens que tenho em mente!



Ah, lembrei! Em outro mercadinho de Pisa encontramos duas solitárias latinhas de GUARANÁ! Que realização! Parecíamos duas crianças com um brinquedo novo, enquanto o dono dava graças a Deus por ter vendido aquelas duas latas perdidas que nem ele deve saber como foram parar ali...

domingo, 22 de setembro de 2013

História viva!

Não prometi que eu voltaria? Aqui estou eu novamente (antes tarde do que nunca)! Revendo as fotos do mochilão lembrei que eu PRECISAVA voltar a atualizar este blog e contar todas as aventuras da viagem. Infelizmente, algumas coisas ficarão perdidas e recordarei algumas informações importantes relendo este post daqui dias, semanas, meses e até anos. Outros detalhes meu querido notebook da HPorcaria engoliu, como os nomes dos restaurantes e os roteiros de cada dia. Mas bem, vamos lá que minha memória é boa (eu acho!).

Nossa primeira parada foi em Roma! Duas informações básicas: na capital italiana você respira história e tudo é muito grandioso, impossível não se apaixonar. Nos encontramos no aeroporto e pegamos um trem rápido para o centro da cidade, descemos na estação central (Termini) e nosso hotel era pertinho. Como sou super prevenida, imprimi o mapa das redondezas do hotel e lá fomos nós com nossos mochilões (de rodinhas, claro!) pelas ruas de Roma. Chegamos rapidinho ao hotel e como já era noite, arranjamos um mapa da cidade e começamos a definir nosso roteiro para os quatro dias que tínhamos pela frente.

Lembro que em Roma andamos por tudo de metrô, apesar de ele ser bastante antigo e mal cuidado em comparação a outras cidades, era muito bem sinalizado e indicava as atrações turísticas perto de cada ponto, o que facilitou muito. Fizemos o Roma Pass, que dava direito à entrada em algumas atrações turísticas (um beijo pra fila que não pegamos no Coliseu) e a três (?) dias de metrô e ônibus incluso, por 25 euros (vale demais a pena!). Roma é uma cidade bem antiga (ah váá), mas encantadora. Olhando as fotos, vou tentar traçar o roteiro que fizemos com alguns comentários.








2º dia: Vaticano – Visitamos o Vaticano pela manhã e à tarde a ideia era entrar no museu, mas a fila estava gigaaaante e desistimos, deixando o museu para outro dia. Curtimos o resto do dia passeando pela região, que é muito bonita!









O Coliseu, o Fórum Romano e o Palatino merecem um parágrafo à parte. Quando você sai da estação de metrô do lado do Coliseu e dá de cara com ele, grandioso à sua frente, é de perder o fôlego! Impossível não lembrar as aulas de história ao caminhar lá dentro e imaginar como as coisas funcionavam há taaantos anos. É surreal! E os monumentos estão tão bem conservados depois de tantos anos, como acontece em toda a Europa, né?!

No Capitólio foi muito engraçado, já estávamos (um pouco) cansados de tantas esculturas parecidas e só queríamos ver a famosa Loba. Entramos em dezenas de salas e nada da Loba, até que encontramos a dita, olhamos, tiramos algumas fotos e fomos embora felizes da vida. Aíííí, pelo mapa, parecia que o Circo Máximo e as Termas eram perto (só que não), e eu insisti muito pra gente ir a pé... caminhamos, caminhamos, caminhamos (tipo, muito!) e chegamos nas termas! Valeu a pena, mesmo restando apenas as ruínas, é tudo muito interessante! Fora que perdemos, no mínimo, uns 2 kg cada um... hahaha

4º dia: Museu doVaticano, Castelo de Santo Ângelo – A vista do castelo é MARAVILHOSA!

Lembro que o Castelo de Santo Ângelo não estava abrindo às segundas naquela época. Claro que somos muito sortudos e fomos tentar visitá-lo justamente em uma segunda-feira, o que atrapalhou um pouco os planos. Por isso é muito importante sempre prestar atenção nestes detalhes. Outra coisa muuuuito importante: na igreja do Vaticano não é possível entrar de bermuda, nem camiseta sem manga. Eu até tinha lido isto no guia, mas no dia esqueci e fui com uma regatinha. Por sorte, o Fiora decidiu levar a camiseta do Grêmio para tirar fotos e eu (só de birra) levei a do Inter na minha mochila. Ainda bem! Fui salva por ela. Pra quem esquecer estes detalhes, várias lojinhas em volta do Vaticano vendem lenços e a galera improvisa do jeito que dá!

Não deixe de tomar os sorvetes italianos, são deliciosos! Outra dica é uma espécie de pizza que eles vendem em carrinhos na rua, como se fosse um pão dobrado gigante com recheio... cara, é muito bom! Juro! Roma tem muitas praças e igrejas, todas valem uma paradinha rápida pra descansar um pouco. Também achei as coisas relativamente perto, você está andando e de repente a Fontana di Trevi ou o Pantheon surgem na sua frente sem mais nem menos.

O hotel era bem no centro de Roma, do ladinho da estação central, e tem vááárias coisas lindas pra conhecer naquela região. Todo dia final de tarde e à noite saíamos a pé para jantar e curtir a região. Lembro que uma noite fomos procurar um restaurante gostosinho e passamos em uma praça ali do lado. Uma menina estranha pediu pra gente tirar uma foto dela e acabamos tirando, de tanto que ela insistiu, aí ela posou se achando “a gata” e quando estávamos indo embora, ela veio cobrar 5 euros pela foto hahahahaha claro que nos negamos a pagar, quando surgiu um grupo de amigos dela e todos começaram a vir na nossa direção. Juntamos a máquina e a mochila e saímos correndo. Em Cambridge, todo mundo falou que a Itália e a Espanha eram os países mais perigosos e que precisávamos cuidar com as bolsas e carteiras. Realmente, os demais lugares foram tranquilos e não aconteceu nenhum imprevisto!!

Para conhecer Roma é preciso ter pique, porque você caminha deeemais, principalmente porque fomos no verão e estava absurdamente calor!

Próxima parada... Pisa! :)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Trem na Europa

Viajar de trem na Europa é muito fácil, fato! Fizemos todos os trechos do mochilão de trem e foi tranquilo demais, pois é tudo muito pontual, organizado e bem sinalizado. A Eurail oferece várias opções de passe, que tornam a viagem mais barata e você escolhe de acordo com o seu roteiro e tempo de viagem. Muitos trens, como os noturnos e os de alta velocidade, exigem reserva de assento e é preciso pagar uma taxa a mais. Essa reserva não pode ser comprada por internet, somente nas estações de trem na Europa ou por agência de viagem aqui no Brasil. Como viajamos na alta temporada e não podíamos correr o risco de ficar sem assento nos trens noturnos, optamos por comprar os passes e reservas mais importantes com a CI. Recomendo fazer todas as reservas com a agência de uma vez, porque eles realmente irão cobrar e, normalmente, a fila nas estações é enorme e você perde um tempão (em Barcelona, ficamos TRÊS horas na fila pra fazer a reserva pra Madrid).


Algumas dicas:

Os trens são bem pontuais;

Se você tiver mala grande, como era o nosso caso, recomendo chegar cedo à estação, para conseguir espaço no compartimento de bagagem (que é bem pequeno) e ter tempo de organizar suas coisas;

Nunca pegue trem noturno com seis camas!!! Calma, vou explicar. No nosso primeiro trajeto noturno (Veneza/Munique), havíamos reservado assento reclinável, mas chegamos lá e era uma cabine com seis camas. O lugar é extremamente apertado (três camas de cada lado), a porta tem que ficar fechada, o ar condicionado funciona só às vezes e acomodar as malas é quase impossível!

As cabines duplas nos trens noturnos são bem confortáveis e é tranquilo dormir. No trecho Munique/Amsterdam tinha até chuveiro na cabine e funcionava direitinho;

Alguns trens têm barzinho, como o Elipsos de Paris para Barcelona;

Os trens espanhóis e ingleses são os melhores!

Se o trajeto for longo, não deixe pra comer na estação de trem. Como é de se esperar, as comidas são bem mais caras e, em algumas delas, não tem nada de bom pra comer. Já outras têm mercado, Burger King, Mc, etc.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

albergues

Olá! Para começar, vou falar sobre os albergues e hotéis durante a viagem. Como expliquei anteriormente, fiz todas as reservas no site HostelBookers e foi super fácil. Recebi na hora a confirmação por e-mail e paguei 10% no cartão de crédito. O check in também foi super tranquilo. Todas as reservas deram certo, os valores bateram certinho com os que estavam na confirmação e eles pediam apenas o passaporte para confirmar que a reserva era minha.
 
Roma – Ficamos no Hostel Beauty. A localização é super boa, bem perto da estação de trem, onde é possível pegar as duas principais linhas de metrô da cidade. A entrada do hotel é bem antiga e o elevador não funciona direito (eles recomendam não utilizar). Ficamos um pouco assustados com isso, mas o hotel por dentro é bem limpo e o quarto e banheiro são bem bons. Tem wireless somente na recepção e uma cozinha pequena com geladeira e microondas para quem quiser cozinhar ou apenas guardar comida. O recepcionista foi bem gente boa e nos deu várias dicas bacanas do que visitar. O único problema é que não aceita cartão de crédito.
 
Pisa – Ficamos no Hostel Pisa. Na verdade, havíamos reservado um quarto com seis camas, mas a moça fez confusão e acabou nos colocando em um quarto de casal pelo mesmo preço. O albergue é pertinho da estação de trem e, como Pisa é super pequena, é fácil visitar tudo a pé. O quarto é pequeno e só tem a cama e uma escrivaninha. O banheiro é comunitário, mas bem grande e limpo. Como os quartos múltiplos têm banheiro dentro, o comunitário é usado por poucas pessoas e foi tranquilo tomar banho. O albergue aceita cartão de crédito e tem wireless.
 
Milão – Ficamos no Hotel Valley Milan. O hotel é bem perto da estação de trem e de dois pontos de metrô. Ficamos em um quarto de casal simples, que tem pia e chuveiro dentro, mas o vaso é separado e comunitário (não entendi a lógica, mas...). O quarto é razoável, com televisão e armário. Os recepcionistas não são muito simpáticos e nosso quarto, por ser no primeiro andar, dava quase pra calçada quando abria a janela. Aceita cartão de crédito e precisa pagar para usar a internet.
 
Veneza – Ficamos no Hotel Albergo Marin. Como optamos por ficar na ilha, pagamos um pouco caro, mas acho que valeu a pena. O hotel tem café da manhã, o quarto é bem gostoso, decorado e bonito, e a moça da recepção bastante atenciosa. O banheiro é comunitário, mas bem limpo e, como outros quartos têm banheiro próprio, não encontramos ele ocupado em nenhum momento. A localização também é boa, próximo à estação de trem, o único problema é atravessar a ponte e suas escadas para chegar do outro lado do canal, mas não tem outro jeito, já que não há carros e um barco táxi não ajuda em nada nesse caso. O hotel tem wireless apenas na recepção e aceita cartão de crédito. Ah! Eles estão colocando ar condicionado nos quartos.
 
Munique – Ficamos no Wombats City Hostel. O albergue é muito legal e super bem localizado, próximo à estação de trem e a um ponto de metrô. Ficamos em um quarto com seis pessoas e foi tranquilo demais, até porque o quarto é bem amplo, com três beliches e uma mesa central. O albergue tem wireless no primeiro andar, aceita cartão de crédito e fornece roupa de cama. O café da manhã é bem bom e custa 3,70 euros. É um albergue bem voltado pra jovens, mas havia pessoas mais velhas e famílias. O lugar é gigante, mas super organizado. Para entrar em cada andar, é preciso passar o cartão para liberar a porta, assim, cada hóspede só tem acesso ao seu andar e às áreas comuns. No primeiro andar, tem um lounge bem bacana, com sofás e redes, e um barzinho que bomba durante a noite (mas o barulho não atrapalha aqueles que querem dormir).
 
Amsterdam – Ficamos no Damrak Inn. Tínhamos feito a reserva para quarto múltiplo com seis pessoas, mas assim que chegamos havia um menino passando mal no quarto e, por sorte, ainda tinha um quarto duplo disponível. Mudamos na hora! O quarto é gostoso e o banheiro também. O problema era o fato de ser no último andar, não ter elevador e a escada ser horrível. O hotel não é muito bonito e a internet funcionava quando queria, pelo menos no meu notebook foi assim. Localiza-se próximo à estação de trem e a diversos pontos turísticos, e aceita cartão de crédito. Ah! Outro problema era o calor dentro do quarto (por ser no último andar, batia sol o dia inteiro e à noite não refrescava de jeito nenhum).
 
Paris – Ficamos no Hotel des Arts. O hotel é bem localizado, próximo a um ponto de metrô, não muito longe das estações de trem e, se você tiver pique, é possível ir a pé até a região de Notre Dame e o Museu do Louvre. O quarto é bem agradável e o banheiro bem bonito. Tem café da manhã, mas precisa pagar à parte e é bem carinho, não lembro quanto exatamente. O wireless funcionava somente na recepção e o elevador é minúsculo, mas pelo menos tem elevador. O quarto é bem limpo (inclusive, trocaram as toalhas todos os dias). Aceita cartão de crédito.
 
Barcelona – Ficamos no Equity Point Centric. O albergue é razoável. É bem localizado, perto das estações de trem e de pontos turísticos, e tem um ponto de metrô na frente. Ficamos em um quarto com seis camas e foi tranquilo, mas o quarto é bem menor que o do albergue em Munique. O albergue fornece um lençol e uma fronha, ou seja, precisa pagar se quiser mais um lençol (necessário, uma vez que os quartos têm ar condicionado). Tem wireless no bar no primeiro andar, o café da manhã é gratuito e aceita cartão de crédito. Um problema é a falta de tomada nos quartos e no bar, assim tínhamos que revezar para carregar computador, máquina fotográfica e celular. O bar durante a noite é bem movimentado e barulhento, mas, graças a Deus, não dava para escutar do nosso quarto. Ah! Os armários no quarto não têm cadeado, é preciso alugar separado, assim como toalha e cobertor mais grosso.
 
Madrid – Ficamos no Equity Point Madrid. Na verdade, pelo que pareceu, a rede Equity Point comprou um hotel antigo e ainda está transformando em um albergue e arrumando as coisas. Ficamos em um quarto com duas camas e as instalações são razoáveis. Tem wireless no primeiro andar, elevador, café da manhã gratuito e aceita cartão de crédito. A roupa de cama e as toalhas estão inclusas. O albergue é bem localizado, próximo aos principais pontos turísticos e à estação de trem (não pegamos metrô em nenhum momento).
 
Resumindo, todos os albergues e hotéis estavam dentro das expectativas, levando em consideração o preço que pagamos e as informações do site. Por ser um mochilão, optamos por lugares bem localizados e baratos, nada de luxo. Como a maioria dos albergues era próximo às estações de trem, imprimi o mapa do site Hostelbookers para termos uma noção da localização e chegarmos a pé (fica a dica, ajudou bastante). Somente em Paris, Barcelona e Madrid precisamos pegar táxi (ou metrô, mas nossas malas estavam grandes e pesadas demais para isso).

sexta-feira, 15 de julho de 2011

'são lembranças, bons momentos'

Três meses atrás, cá estava eu sentada nessa mesma cadeira vermelha, diante do mesmo computador, com um mochilão quase estourando, uma lista de coisas para levar à Europa, dezenas de documentos e cartões, alguns euros e libras, e uma ansiedade sem tamanho... três meses atrás, mas parece que foi semana passada! Hoje, três meses depois, cá estou eu novamente em Curitiba, cheia de lembranças, após conhecer sete países e atravessar a Europa de trem!

Conforme prometi, farei um post sobre cada cidade, sem esquecer os albergues, os trens e as observações gerais sobre o Velho Mundo! Com certeza, TUDO VALEU MUITO A PENA! Dos dois meses em Cambridge ao mochilão, lembrarei de cada segundo, de cada paisagem, de cada cidade, de cada ponto turístico... ‘são lembranças, bons momentos’!

Roma é a história ali, bem diante dos nossos olhos!

Pisa é encantadora e nos recebeu muito bem!

Milão é moderna e tem a catedral mais bonita da viagem!

Veneza é um charme só, com seus canais e centenas de barcos!

Munique é animada e viva!

Amsterdam é exótica e liberal!

Paris é uma “festa móvel”, como disse Ernest Hemingway!

Barcelona reúne tudo em uma única cidade!

Madrid é uma aula de arquitetura, antiguidade e modernidade, tudo ao mesmo tempo!


Mais algumas observações rápidas:

Brasileiros estão pela Europa inteira e vamos dominar o mundo!

Fazer um mochilão cansa, é preciso pique para caminhar praticamente o dia inteiro, subir morros e ladeiras, enfrentar o sol e o calor do verão europeu, entender mapas e linhas de metrô, e estar preparado pra comer muito fast food!

Assim que a preguiça permitir, irei organizar as mais de 10 mil fotos e postar no facebook!

Já que não posso voltar no tempo e viver tudo novamente, resta planejar a próxima viagem, PORQUE VIAJAR VALE DEMAIS A PENA!



Volto aqui em breve!